Pentatonix Lisboa
Jhonatan Magalhães

Ao sétimo dia, Pentatonix rumaram ao Coliseu do Porto

Após uma passagem pelo Coliseu de Lisboa na noite anterior, foi a vez de os Pentatonix se estrearem em território portuense com uma visita ao Coliseu do Porto, no dia 26 de junho.

À entrada da sala de espetáculos portuense, observava-se prontamente a existência de uma multidão de jovens que se ia dividindo entre duas filas e que falavam sobre as suas expectativas para o concerto em destaque da noite.

Para entreter uma plateia que ia desesperando pelos Pentatonix, subiram ao palco os simpáticos Us The Duo, que iniciaram a sua atuação com o seu último single, Goodbye Forever. “It’s our first time here and we’re so excited!”, ouviu-se, alguns momentos antes de temas como Ain’t No Mountain High Enough e a muito aplaudida ‘Til the Morning Comes.

A dupla formada por Michael e Carissa Alvarado afirmou ter como principais influências artistas como Michael Jackson, John Mayer, Beyoncé e Earth, Wind & Fire e admitiu que No Matter Where You Are é a sua música favorita para tocar ao vivo. Seguiu-se Stop (Just Love) e, para terminar, uma breve revisitação de alguns dos sucessos da música pop de 2015 como, entre outros, See You Again, de Wiz Khalifa e Thinking Out Loud, de Ed Sheeran.

A 20 minutos do início da atuação dos norte-americanos Pentatonix, o público já fazia cânticos ruidosos e prolongadamente excessivos com o nome da banda formada por Scott Hoying, Mitchell Grassi, Kirstin Maldonado, Avi Kaplan e Kevin Olusola. Para felicidade de muitos, o quinteto pisou pontualmente o palco do Coliseu do Porto e apresentou um alinhamento bastante similar ao dos espetáculos inseridos na tournée mundial da banda.

Iniciando o concerto com Cracked, rapidamente conquistaram uma plateia sedenta de diversão com Na Na Na e Cheerleader, uma versão de OMI, cujo refrão foi entoado.

Neste que foi o último espetáculo da digressão europeia, pediram para que o público cantarolasse o single Can’t Sleep Love, elogiaram a energia do plateia e prestaram tributo a Michael Jackson, interpretando temas como Billie Jean, Human Nature e Thriller.

Em seguida, houve covers de Justin Bieber, primeiramente com Love Yourself e depois com uma transição para Where R Ü Now, convidaram os Us The Duo para If I Ever Fall in Love e Kevin Olusola fez questão de incomodar os ouvidos do público com a sua voz estridente.

“Porto, you’re the craziest crowd!” foi um dos incontáveis elogios dirigidos à plateia. Kevin provou que os Pentatonix não vivem exclusivamente do acapela e recorreu a um violoncelo para interpretar Prelude Nº1 de Bach com algum beatbox à mistura. Sem perderem muito tempo, passaram por Radioactive, dos Imagine Dragons, Say Something, de A Great Big World e Christina Aguilera, e pela dançável Papaoutai, de Stromae.

Depois de múltiplos agradecimentos à crew que os acompanhou fielmente durante a digressão, houve uma versão de Meghan Trainor com No e, para delírio dos fãs, chamaram alguns jovens ao palco para interpretarem, no conforto de uns puffs, Misbehavin’.

Momentos depois de Water, homenagearam Daft Punk com as suas faixas incontornáveis e abandonaram o palco. Como expectável, acederam ao pedido de milhares de pessoas e, para seu deleite, voltaram para um encore que contou com um momento intimista em Light in the Hallway, terminando com Sing, acompanhada de palmas perfeitamente sincronizadas, e On My Way Home.

Fotografia: Jhonatan Magalhães, no Coliseu de Lisboa

Mais Artigos
Big Brother
Big Brother. TVI muda programação das galas do reality-show