Os vencedores da 2.ª edição do MUVI Lisboa 2015 foram ontem anunciados pela tarde, durante o penúltimo dia de festival.

Os prémios foram atribuídos pelo público, que à saída de cada sessão avaliava de 1 a 5 os filmes que acabara de ver, pela crítica e parceiros do festival e ainda por um júri composto por Filipe Araújo, Laura Alves, Pedro Primo Figueiredo (na secção Odisseias Musicais), David Santos (Noiserv), Nuno Calado, Vítor Belanciano (Sonetos Cantados), Ana Cláudia Silva, Joana Carvalho Fernandes e João Carlos Callixto (Canções com Gente Dentro).

Porque Não Sou o Giacometti do Século XXI, de Tiago Pereira, e 400 Years of Searching, de Haidy Kancler, foram os favoritos do público na competição nacional e internacional, respetivamente. Já na competição de curtas-metragens, os vencedores foram Mahala, do português Francisco Costa, e o holandês Whatever Forever, assinado pela dupla Rolf Hartogensis e Linda Hakeboom. O Prémio Crítica a nível nacional foi para Guitarras ao Alto e a nível internacional para Creative Despite War.

Já os prémios do júri, na secção Odisseias Musicais (longas), Phil Mendrix foi o melhor de entre os títulos nacionais, tendo o prémio do palco internacional sido arrecadado por Y/Our Music. Na competição Sonetos Cantados (curtas), Wantd Fred e Road Dawgs foram os grandes vencedores a nível nacional e internacional, respetivamente. Por fim, a secção Canções Com Gente Dentro (videoclips) viu premiados Six String and The Booze, dos Tape Junk, e Man Under The Sea, de Patrick Watson.

Houve ainda espaço para Menções Honrosas. Austin to Boston, que concorria na competição internacional, foi um dos destacados, e a ele se juntaram os videoclips Chama-me que Eu Vou, de David Fonseca, e The Blowup, dos Blackalicious.

Os vencedores podem hoje ser vistos ou revistos pelo público a partir das 16h30m no Cinema São Jorge, naquele que é o último dia do MUVI Lisboa 2015. Os horários de hoje são os seguintes:

Sala Manoel de Oliveira:

  • 18:15 – Mahala, de Francisco Costa e Márcia Costa, e Porque Não Sou O Giacometti Do Século XXI, de Tiago Pereira (curta e longa, respetivamente, vencedoras do Prémio Público no palco nacional)
  • 21:15 – Whatever Forever, de Rolf Hartogensis e Linda Hakeboom, e 400 Years Of Searching, de Haidy Kancler (curta e longa, respetivamente, vencedoras do Prémio Público no palco internacional)

Sala 3:

  • 16:30 – Guitarras Ao Alto, de Daniel Mota, e Creative Despite War, de Rui Diaz e Christian Rinkelazo (vencedores do Prémio da Crítica)
  • 18:30 – Chama-Me Que Eu Vou, de David Fonseca (Menção Honrosa) e Six String And The Booze (Tape Junk) de Pedro Pinto (vencedores do Prémio Júri na categoria Canções com Gente Dentro do palco nacional); Wantd Fred, da Playground, e Phil Mendrix, de Paulo Abreu (vencedores do Prémio do Júri no palco nacional)
  • 21:30 – The Blowup (Blackalicious), de Animal Robot (Menção Honrosa) e Man Under The Sea, de Patrick Watson (vencedores do Prémio Júri na categoria Canções com Gente Dentro do palco internacional); Road Dawgs, de Jay Buim, e Y/Our Music, de Waraluck Hiransrettawat Every e David Reeve (vencedores do Prémio do Júri no palco internacional)