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SCREAM QUEENS: L-R: Lea Michele, Billie Lourd, Abigail Breslin, Emma Roberts and Niecy Nash in the "Mommie Dearest" episode of SCREAM QUEENS airing Tuesday, Nov. 10 (9:00-10:00 PM ET/PT) on FOX. ©2015 Fox Broadcasting Co. Cr: Patti Perret/FOX.

Scream Queens 1×08: famílias um tanto ou quanto complicadas

Mommie Dearest é um título apropriado para o novo episódio de Scream Queens, que estreou no canal FOX no dia 10 de novembro. O episódio veio mais uma vez desenterrar os episódios passados na irmandade Kappa Kappa Tau em 1995 – o mistério em volta da mulher morta e do bebé desaparecido.

Com medo de se incriminar a si própria, a diretora Munsch (Jamie Lee Curtis) quebra o seu acordo com Grace (Skyler Samuels) e recusa-se a contar-lhe o que quer que seja acerca dos eventos de 1995. Ao regressar a casa, a diretora é atacada pelos serial killers – fazendo uma referência interessante à famosa cena do chuveiro do filme Psycho. Munsch é atacada não por um, não por dois, mas por TRÊS assaltantes (dois Red Devils e um extra mascarado) – mas, sendo a rainha que é (dentro e fora dos ecrãs), consegue atordoá-los e escapar ilesa.

A desastrada segurança Denise (Niecy Nash) instala-se na irmandade, de modo a proteger as raparigas. Chanel nº3 (Billie Lourd) encarrega-a de descobrir provas que apontem Grace e Zayday (Keke Palmer) como as responsáveis pelos assassínios, enquanto Chanel Oberlin (Emma Roberts) contrata dois detetives da Scotland Yard com o mesmo objetivo. No meio de tantas acusações, o Red Devil volta a atacar e desta vez mata Jennifer (Breezy Eslin) – nem sei como é que a rapariga durou tanto tempo na série, ela nunca foi minimamente engraçada ou interessante.

Temendo pela sua vida, a diretora Munsch conta finalmente a verdade a Grace, dizendo-lhe que o bebé desaparecido em 1995 se chama Sophie Doyle. Não se convencendo com a (pouca) informação, Grace, acompanhada por Pete (Diego Boneta), regressa ao hospício onde estiveram no episódio passado, na esperança de obter mais detalhes. Tal não é a sua surpresa quando descobrem que Gigi (Nesim Pedrad) estivera instalada no hospício há vinte anos e tomara conta não de um, mas de dois bebés (um menino e uma menina).

Grace confronta o seu pai, Wes (Oliver Hudson), e Gigi com as novas descobertas, acusando-os de estarem envolvidos nos homicídios da universidade. Ao regressar à irmandade, a jovem encontra Chanel, que lhe conta a verdade acerca da sua mãe: Mary Mulligan, uma toxicodependente que tivera um caso de uma noite com Wes e fora negligente perante Grace. Wes viu-se obrigado a pedir custódia da filha e a queimar a casa de família para que Grace nunca descobrisse nada acerca da sua mãe – a qual acabara por morrer uns anos mais tarde.

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O episódio termina com o regresso de Boone (Nick Jonas), que conversa ao telemóvel com uma entidade desconhecida, dizendo-lhe que o ataque à diretora Munsch não fora bem sucedido por culpa de Gigi e que esta tem de ser eliminada da equipa.

Podemos então concluir que o grupo de assassínios em vingança é composto por Gigi, Boone e uma terceira pessoa ainda por revelar, certo? Espero que a tão aguardada revelação valha a pena, porque Gigi e Boone não são assassinos minimamente convincentes.

O novo episódio de Scream Queens valeu a pena apenas na medida de esclarecer os acontecimentos de 1995 e a sua ligação com a narrativa atual. No meio de tantas acusações – Zayday, Wes, Gigi, Grace -, a entidade misteriosa acaba por ser um pouco banalizada e nenhum dos protagonistas parece ter razões suficientemente fortes para ser um assassino.

Grace continua a ser uma tentativa falhada de heroína, cuja prestação acelerada e quase desesperada se torna extremamente irritante. Com a partida de Jennifer, a série está agora concentrada no seu elenco principal e resta esperar para ver se todos eles chegarão vivos até ao final.

NOTA: 6/10

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