O novo episódio de American Horror Story, intitulado Devil’s Night, veio desenterrar o passado e trouxe alguns dos mais conhecidos serial killers americanos de volta à vida. O episódio estreou no dia 28 de outubro no canal FX.

Após descobrir o lado vampiresco do seu filho Holden, Alex (Chloë Sevigny) dirige-se à Condessa (Lady Gaga) de modo a obter respostas. A dona do hotel explica-lhe que Holden faz parte do seu clã de vampiros, os quais possuem um vírus que lhes garante eternidade caso estes consumam sangue. A Condessa explica que a única forma de Alex ficar com o seu filho é juntando-se a ele, tornando-se imortal.

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No bar do hotel, John (Wes Bentley) conhece Aileen Wuornos, protagonizada de forma inigualável por Lily Rabe (já tínhamos saudades dela!). John acredita que tudo não passa de um truque de Halloween, mas é informado por Liz Taylor (Denis O’Hare) acerca do famoso jantar intitulado Devil’s Night, organizado pelo construtor e dono original do Hotel Cortez, James March (Evan Peters).

John aceita juntar-se ao evento e depressa se apercebe que esta é uma iniciativa que reúne alguns dos mais conhecidos serial killers americanos, entre eles Richard Ramirez, John Gacy, Jeffrey Dahmer, o Assassino do Zodíaco e a própria Aileen. O jantar é uma celebração anual dos crimes dos assassinos e do facto de terem ficado conhecidos pelos mesmos.

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Os participantes decidem assassinar um homem vulgar durante o jantar e John acorda na mesma sala, mas esta agora encontra-se vazia, apenas com a presença de Hypodermic Sally (Sarah Paulson), que o faz questionar acerca da sua sanidade. O episódio é fechado com um reencontro entre Alex e a Condessa, com a primeira dizendo que não quer perder o filho uma segunda vez e aceitando realizar a transição, bebendo o sangue da Condessa.

American Horror Story celebrou o Halloween de uma maneira invulgar e até um pouco arriscada – mas nesta série já se pode esperar de tudo. Pode parecer um pouco ofensivo dedicar um episódio inteiro a personagens tão controversas, mostrando o homicídio como algo que deve ser celebrado. Ainda assim, todos os serial killers foram interpretados com uma exatidão espetacular, e tal facto deve ser aplaudido.

Mais uma vez digo que a quinta instalação da série parece não ter uma narrativa linear e que todos os episódios apenas mostram uma série de desastres que ocorrem no hotel, não se preocupando em criar um todo coeso. No entanto, este episódio ganhou muito com o regresso de Lily Rabe, que soube perfeitamente roubar a luz da ribalta aos restantes protagonistas.

NOTA: 7/10