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António Tavares vence Prémio Leya 2015

António Tavares é o vencedor do Prémio Leya 2015, com o romance O Coro dos Defuntos. O escritor sucede a Afonso Reis Cabral e já tinha sido finalista do prémio em 2013, com o romance As Palavras Que Me Deverão Guiar Um Dia.

Foi hoje anunciado na sede do grupo Leya, em Alfragide, o novo vencedor do prémio de 100 mil euros, o valor máximo de um prémio literário para romances em língua portuguesa. António Tavares nasceu em Angola e é formado em Direito, pela Universidade de Coimbra. O escritor é professor do ensino secundário, mas atualmente desempenha o cargo de vice-presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz. Já foi jornalista e fundador do jornal regional A Linha do Oeste e da revista Litorais. No seu currículo como escritor conta com peças de teatro, como Trilogia da Arte de Matar, Gémeos 6 e O Menino Rei, assim como estudos e ensaios. Na área do romance já tinha sido distinguido com uma menção honrosa no Prémio Alves Redol, com O Tempo Adormeceu sob o Sol da Tarde, em 2013.

O júri constituído por Manuel Alegre (Presidente), Nuno Júdice, Pepetela, José Castello, José Carlos Seabra Pereira (Professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra), Lourenço do Rosário (Reitor do Instituto Superior Politécnico e Universitário de Maputo) e Rita Chaves (Professora da Universidade de São Paulo) decidiu, por unanimidade, premiar O Coro do Defuntos.

O prémio, que surgiu em 2008, já premiou  O Rasto do Jaguar, de Murilo Carvalho (2008), O Olho de Hertzog, de João Paulo Borges Coelho (2009), O Teu Rosto Será o Último, de João Ricardo Pedro (2011), Debaixo de Algum Céu, de Nuno Camarneiro (2012), Uma Outra Voz, de Gabriela Ruivo Trindade (2013) e O Meu Irmão, de Afonso Reis Cabral (2014).

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