O terceiro episódio da segunda temporada de How To Get Away With Murder, intitulado It’s Called The Octopus, foi exibido no dia 8 de Outubro na ABC, e foi uma hora capaz de arrepiar a espinha de qualquer um.

Annaliese (Viola Davis) e a sua equipa aceitam de uma mulher que aparentemente matou o amante durante o acto sexual. A cliente é organizadora de Utopia Circle, um evento que é conhecido como uma festa sexual. A equipa é conduzida a essa mesma festa, de modo a conhecer os envolvidos e tentar convencê-los a defenderem a organizadora em tribunal.

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A situação desperta as hormonas nos estudantes e Wes (Alfred Enoch), Michaela (Aja Naomi King), Connor (Jack Falahee), Laurel (Karla Souza) e Asher (Matt McGorry) acabam por discutir as respectivas vidas sexuais uns com os outros. Annaliese acaba por enganar o tribunal, dizendo que a morte do homem foi, na verdade, cometida pela esposa e não pela amante. Uma mentira que acaba por ilibar a suspeita.

Os protagonistas continuam encarregues do caso dos irmãos Hapstall e o pior acontece quando os tablóides revelam que os irmãos (adoptivos, apenas legalmente relacionados) têm cometido incesto. Asher continua a trabalhar secretamente para Emily (Sarah Burns), a advogada inimiga de Annaliese, por achar que os irmãos Hapstall são culpados e que Emily está do lado certo da justiça.

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Levi (Matt Cohen), o novo namorado de Michaela, revela finalmente a Wes que acredita que Rebecca (Katie Findlay) está morta. No flash-forward que toma lugar na mansão dos Hapstall, vemos novamente Annaliese esvaiando-se em sangue, enquanto recebe uma chamada de Nate (Billy Brown). Wes, Michaela, Connor e Laurel assistem à morte lenta de Annaliese e decidem fugir mas são surpreendidos quando Nate aparece numa farda de polícia e os ajuda, abrigando-os no seu carro.

O terceiro episódio desta temporada saiu um pouco da zona de conforto da série e deu-nos uma hora bastante adulta, apresentando cenas e tópicos altamente sensuais. O melhor de HTGAWM é a forma como a série explora este género de temas de um modo muito consciente, com os pés na terra, tentando retratar as coisas tal como elas são na realidade. Se há algo que não se pode negar é que a série é perigosamente humana e não tem medo de nos mostrar o melhor e o pior de cada pessoa.

NOTA: 8.5/10