Apesar de ser uma das cidades mais visitadas de sempre, Londres nunca deixará de ser um dos destinos europeus de referencia. A capital inglesa junta monumentos a construções contemporâneas, gastronomia local aos restaurantes do mundo, nativos a estrangeiros e agitação ao clássico.

Com uma área metropolitana tão vasta e tanto para visitar, é praticamente impossível conhecer Londres em apenas um dia, sendo que um fim de semana acaba por ser o espaço temporal indicado para visitar a cosmopolita cidade. Para tal, o bilhete diário ou o cartão oyester são a solução ideal para te poderes movimentar em Londres, seja de metro, de autocarro ou até de barco.

Piccadilly Circus, Oxford Street, Waterloo, Liverpool Street e Tower Hill são, entre outras, as estações de metro que mais destaque merecem, pois as zonas onde se encontram são as que mais têm para oferecer. Começando pela última, nessa área está, tal como o próprio nome indica, Tower Bridge, um dos mais emblemáticos momentos de Londres.

Por sua vez, a estação de Waterloo apresenta-se como aquela mais próxima para uma visita a The London Eye, a roda gigante, que a troco de 24 libras presenteia os turistas com uma vista única da cidade. A uns escassos metros avista-se a ponte que leva até ao ex libris da cidade – The Big Ben.

Já a paragem em Oxford Street coloca-te numa rua transversal a várias zonas da cidade, como Soho, repleta de pubs e restaurantes, desde desportivos, passando por étnico-culturais, a gay friendly. A zona do Picadilly é das mais cinematográficas de Londres, onde a arquitetura clássica se envolve com os enormes painéis de publicidade.

Por último, a estação de Liverpool Street permite visitar o distrito financeiro de Londres, onde estão construídos os edifícios mais altos da cidade, como St. Marc Axe. Uma caminhada de largos metros em direção à London Bridge, sobre o Tâmisa permite-te observar de longe a Tower Bridge, assim como toda a zona ribeirinha.

O Buckingham Palace, o Hyde Park e a Trafalgar Square são outros sítios que também proporcionam uma experiência interessante. No primeiro, a grande atenção assenta no render da guarda, que costuma acontecer de manhã, no entanto, o mau tempo pode cancelar os panos. Já o Hyde Park está para Londres como o Central Park está para Nova Iorque: o pulmão da cidade, recheado de fauna e flora, seja na relva seja no enorme lago que chega a quase todos os cantos do parque.

Com tanto para visitar, é aconselhável planear o que fazer com o tempo e onde gastar o dinheiro; além de os utilizadores do Euro já ficarem a perder com o câmbio (atenção às comissões de serviço) acrescenta-se ainda o elevado estilo de vida e alguns valores fora do normal, como o preço do álcool, que é inflacionado por um imposto específico. Apesar de este ser um artigo com grande apoio no serviço underground, é importante evitar metro nas zonas mais movimentadas, pois a cada esquina há algo interessante para ver.

O pior aspeto de Londres, à semelhança com toda a Grã Bretanha, é o tempo, pois num minuto está sol e de seguida começam a cair os pingos. Guarda-chuva é, infelizmente, um item essencial.