A empresa de marketing digital Fixr e a publicação Business Insider decidiram investigar qual é o objeto, o produto ou serviço mais procurado no Google em todos os países do mundo. Depois, refizeram o tradicional mapa mundo e substituíram o nome dos países pelo resultado da pesquisa. Portugal passou a chamar-se ”refeição”.

“Quanto custa um (uns/uma/umas) _____ em _____ no (nos/na/nas) _____?” – foi esta a frase que serviu de base à investigação. Escrita na barra da pesquisa do Google, o primeiro espaço era ocupado pelo produto e o segundo referia-se ao nome do país.

Os resultados foram recolhidos e houve de tudo. Alguns surpreenderam – no Reino Unido, saber o preço de viver é o mais consultado e na Irlanda, o termo vencedor é ”funeral”. Na Rússia, os utilizadores usam o Google para consultar o valor de um passeio num avião militar. De outros já estávamos à espera – na China, os produtos eletrónicos são os mais pesquisados, enquanto nos Estados Unidos é o preço de uma patente e em França o croissant.

Mais resultados? No Japão, a curiosidade é muita no que toca a saber o preço de uma melancia. Na Mauritânia querem saber de escravos. No Brasil e no Uruguai, o serviço mais consultado quanto ao preço no Google é o de uma prostituta. Já a Oceânia parece preocupar-se com a fertilidade: na Austrália, o termo in vitro foi o vencedor e na Nova Zelândia, o serviço mais procurado foi a vasectomia.

Estes resultados estão longe de ser considerados científicos. O Google tem a função de completar automaticamente as pesquisas feitas, o que as limita. Mas a Business Insider diz ter tido em conta esta funcionalidade do serviço de procura.