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Queima das Fitas de Coimbra, 2015 – O Primeiro Dia

Começou mais uma Queima das Fitas de Coimbra, a semana mais aguardada pelos estudantes de Coimbra. A Serenata Monumental aconteceu na passada quinta-feira, na Sé Velha, à meia-noite, como manda a tradição, iniciando-se assim mais uma incrível semana de concertos, diversão e, para alguns, muita nostalgia.

O palco principal foi estreado pela Tuna Feminina da Universidade de Coimbra, grupo formado em 2000 e composto por cerca de 45 estudantes de Medicina. O concerto de Frankie Chavez começaria daí a pouco. O cantor português abriu a sessão com o tema I Don’t Belong Here e percorreu as mais conhecidas canções dos seus dois álbuns de originais, Family Tree e Heart and Spine, durante a cerca de hora e meia que o concerto durou. “Isto é a Queima de Coimbra, eu ouço falar disto desde que me lembro de mim!”, disse o cantor. Munido de uma guitarra portuguesa, tocou o tema The Search, não sem antes referir a casa Acreditar, uma instituição solidária que apoia crianças e pais de crianças com cancro, que havia visitado nessa tarde. Frankie deu o seu trabalho por terminado com o tema Heart and Spine, e cedeu o palco a James Arthur, cabeça de cartaz.

frankie chavez

O cantor britânico subiu ao palco pouco depois das duas da manhã e abriu o set com o tema Emergency, aquecendo o público para o que se seguia. Continuou com a balada Suicide e a sua versão de Hometown Glory da cantora Adele. “This is my second time in Portugal and I fucking love it!”, diz Arthur, de mini na mão, para uma plateia completamente cheia. Suposed, Is This Love? e Get Down foram os temas seguintes. Quando os primeiros acordes de Recovery soaram, muitos telemóveis saltaram dos bolsos, prontos a registar a balada. Arthur deu o concerto por terminado após apresentar um novo tema, mas regressou ao palco para a muito esperada Impossible, a canção que lhe deu a vitória no programa The X Factor. O concerto acabou com You’re Nobody ‘Till Somebody Loves You.

James Arthur

O público foi dispersando, mas centenas de resistentes permaneceram pelo palco principal para ver a Tuna de Medicina da Universidade de Coimbra, fundada em 1994, que encanta sempre com a Balada e o muito nostálgico tema Voar. No fim da atuação, os fitados de Medicina deste ano subiram ao palco, que encerrava assim com um mar de fitas amarelas esvoaçando pelo ar, cor associada à Faculdade de Medicina, e que abrilhantou a velha Torre da Cabra durante toda a noite. A música continuou nas tendas até ao recinto fechar.

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A primeira para alguns, a última para outros, mas inesquecível para todos: começou a Queima das Fitas de Coimbra 2015.

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