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Alentejo recebe Festival Internacional de Dança Contemporânea

A partir de hoje, quatro concelhos do Alentejo (Évora, Beja, Redondo e Estremoz) recebem o Festival Internacional de Dança Contemporânea (FIDANC). Ao todo serão apresentados 16 espetáculos de sete criadores portugueses e estrangeiros. O festival já vai na 16º edição e decorre até 9 de maio.   

A Companhia de Dança Contemporânea de Évora (CDCE) é o promotor do evento. Tudo começou em 1997, pela necessidade de abrir horizontes na região para a prática da dança contemporânea. Nélia Pinheiro, da CDCE, esclarece que o objetivo deste ano é  “diversificar bastante”. Das sete criações apresentadas, todas são muito diversas entre si, acrescenta a coreógrafa.

O festival inicia-se hoje no  Black Box da CDCE, em Évora, com as duas estreias nacionais: Os Intervalos do Eco do espanhol Emílio J. Cervelló e Perpétuo Agora de Gonçalo Andrade. Os dois espetáculos vão estar em Beja, Estremoz e Beja, nos dias 16 de abril, 18 de abril e 2 de maio, respetivamente.

Ao longo do festival, será apresentado Salomè, Ha Perso il Lume da italiana Costanza Givone, em Évora, dia 7 de abril, em Beja, dia 9 de abril e em Redondo, dia 11 de abril. Évora ainda receberá Chrysalis de Jordi Vidal, no dia 15 de abril e Medo e Feminismos de Miguel Bonneville e Maria Gil.

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Medo e Feminismos de Miguel Bonneville e Maria Gil

Os mais novos também têm o seu espaço no festival com o espetáculo A Galinha da minha Vizinha da companhia Circolando, nos dias 10 e 11 de abril.

Não só de espetáculos se faz o festival e o público terá a oportunidade de assistir a workshops, conversas ou à exposição de artes plásticas de Inês Teles.

O encerramento será no dia 9 de maio com o espetáculo Eros e Psiquê de Nélia Pinheiro da CDCE no Teatro Garcia de Resende, em Évora.

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