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Há algo que está a encantar em 50 Sombras de Grey, para além do sexo

É o filme do momento. Quer se queira, quer não, é aquele de que se fala mais, que mais se vê e que mais promete vender. Porquê? Muitos dizem que, em grande parte, devido aos vinte minutos de cenas sexuais que oferece. Mas se a obra cinematográfica levanta tantas críticas quanto elogios, há algo para além do sexo que está a encantar em 50 Sombras de Grey, de E.L. James e que conta com Sam Taylor-Johnson como realizadora.

Amar as cenas de Jamie Dornan e Dakota Johnson (que interpretam os dois protagonistas do best-seller no grande ecrã) é tão fácil quanto odiá-las e, talvez seja isso mesmo que tenha dado espaço a descobertas que vão muito para lá do registado pelas câmaras. Aqui não falamos dos ângulos, da narrativa ou do drama pós-tela mas sim da soundtrack, que junta Rolling Stones, Beyoncé e Frank Sinatra entre outros.

No que a Beyoncé diz respeito, os responsáveis por 50 Sombras de Grey foram mais longe do que o possível de imaginar e pediram mesmo à norte-americana um surpreendente remix de Crazy in Love, uma das faixas da sua autoria que maior sucesso teve junto de todo o público.

Se juntar estes três ícones da música não for suficiente para satisfazer os ouvintes, a soundtrack não se dá por vencida e apresenta ainda temas de Sia, Ellie Goulding, Awolnation, Skylar Grey e Danny Elfman, entre outros.

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