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Charlie Hebdo lança aplicação móvel

Apesar da tiragem de sete milhões de exemplares, a primeira edição de Charlie Hebdo depois do atentado terrorista esgotou nas primeiras horas. O jornal satírico lançou agora uma aplicação disponível para iOs, Android e Windows.

Esta ideia já tinha sido considerada pelo jornal francês, porém não foi levada para a frente devido às rigorosas regras de aprovação da AppStore. Contudo, com o ataque de 7 de janeiro, a Apple aprovou em pouquíssimas horas o aplicativo Je Suis Charlie, desenvolvido com o objetivo de reunir interessados em mostrar o seu apoio e solidariedade com a tragédia. “A Apple e a Google foram muito educadas e prestativas e eles nunca nos pediram para limitar o conteúdo de qualquer maneira”, disse o porta voz ao site ReadWrite.

A aplicação foi desenvolvida pela equipa do jornal Le Monde que, tal como outros jornais franceses, está a apoiar Charlie Hebdo. Começou a ser desenvolvida no dia seguinte ao massacre para que tudo estivesse pronto na passada sexta-feira, quando a primeira edição após o atentado foi para as bancas.

Apesar da aplicação ser gratuita, é necessário fazer uma compra para ter acesso à última edição, que custa 2,99 dólares (aproximadamente 2,67 euros). Os utilizadores também podem fazer uma assinatura anual por 89,99 dólares (80,29 euros). No entanto, só a última edição foi traduzida para outros idiomas e as próximas estarão disponíveis apenas em francês.

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