A recente edição europeia do Wall Street Journal vem com duas páginas repletas de descrições e elogios dedicados à cidade Invicta, considerando-a uma cidade “fascinante e charmosa” que é “fácil de amar” e “difícil de deixar”. O artigo faz referência ao centro histórico, que é Património Mundial da UNESCO, com o seu “labirinto de ruas medievais estreitas” que contrasta com um aeroporto moderno e com praias de grande afluência.

Will Lyons é o autor do artigo que enaltece tudo o que de bom o Porto possui. Faz referência às “igrejas góticas, os cafés junto ao rio e a longa tradição de produção e comercialização de vinho”. Assinala também que o Porto não é uma cidade para apressados. Para a visitar, é aconselhável o uso de calçado confortável, pois há que subir muitos degraus.

Como estadia, Lyons aconselha o hotel The Yeatman, uma vez que “oferece vistas espetaculares sobre a cidade e a Ponte D. Luís”. Para os amantes do vinho do Porto, há que explorar as mais de 50 casas dedicadas ao negócio. Uma visita à famosa Estação de São Bento, com a sua decoração rica em azulejos, também é indispensável.

O Café Majestic é uma visita obrigatória. Nas palavras de Lyons, é “o local ideal para uma tosta ou café enquanto se mergulha na Arte Nova envolvente”. Outras sugestões incluem o Cais da Ribeira, o Museu Serralves de Arte Contemporânea, a Igreja de São Francisco ou até mesmo a Praia da Luz, onde é possível desfrutar de uma taça de vinho ou de uma fatia de bolo de chocolate.

O artigo finaliza com uma sugestão a ter em conta: quando for altura de ir embora, há que assegurar que as malas se encontram cheias de garrafas de vinho do Porto vintage.