Os Buraka Som Sistema, vencedores do prémio de Melhor Performance ao Vivo de um Artista Nacional nos Portugal Festival Awards, graças às atuações em palcos como em O Sol da Caparica e no NOS Alive, estiveram presentes na cerimónia e subiram ao palco para receber o galo a que tinham direito. O Espalha-Factos esteve à conversa com eles.

Foi com satisfação que os Buraka Som Sistema, uma das bandas portuguesas mais conhecidas além-fronteiras, receberam o primeiro prémio numa edição dos Portugal Festival Awards. O quinteto foi uma das figuras mais mediáticas na plateia da Sala Manoel de Oliveira e não escondeu a alegria quando foi a altura de subir ao palco, depois de vencer numa categoria onde nomes como 5-30 e Capicua estavam também na lista de nomeados.

“Estamos felizes por estar aqui”, disse Rui Pité, mais conhecido como DJ Riot, ainda antes de conhecer a decisão do público, “o festival é algo que faz muito parte da cultura portuguesa e nós, que viajamos pelo mundo todo e vemos festivais em todo o lado, vemos que Portugal está cada vez mais ao nível dos festivais internacionais e portanto este prémio e este evento fazem todo o sentido”.

“Este tipo de votação, via online, é a mais democrática possível”, acrescentou o DJ português, que elogiou a organização e o dinamismo da cerimónia, acrescentando que o sucesso dos Buraka Som Sistema é provado no novo álbum lançado pelo grupo, intitulado precisamente de Buraka.

07

Blaya, o único membro feminino do grupo, mencionou que as redes sociais têm sido uma grande ajuda na divulgação do seu trabalho: “a internet ajuda imenso a divulgar o nosso trabalho. Toda a gente tem um acesso mais fácil à nossa música e todos estes festivais em Portugal, que se focam em portugueses, são sempre bons”.

Quando questionada sobre uma possível dança em palco no caso de vitória, a cantora revelou que só há duas hipóteses de ver os seus movimentos ao vivo: “ou vão a um concerto dos Buraka ou vão a um concerto meu!”.

Fotos: Catarina Veiga