O programa Curto Circuito da SIC Radical comemora hoje 15 anos de emissões. Para festejar esta data, o programa contou com a presença de antigos apresentadores e de uma telespetadora que nasceu precisamente no mesmo dia que o CC.

O dia 15 de setembro de 1999 marca o início de um longo caminho percorrido pelo Curto Circuito. Rui Unas e Rita Mendes foram os primeiros apresentadores de um formato jovem, inovador e muito distante do que então se fazia na televisão portuguesa. Transmitido inicialmente no Canal Notícias de Lisboa (CNL), em 2001 ganha uma nova casa: a SIC Radical. Na nova casa, ao longo dos anos, foram muitas as caras que fizeram e fazem a história do  entre outros. E a verdade é que continuamos a ouvir falar de quase todos, seja na rádio, no humor, ou na televisão.

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Atualmente entregue a Maria Botelho Moniz e João Paulo Sousa, o programa dedicado aos jovens continua a apostar em novos talentos da apresentação. Já foram feitas oito edições de CC Casting: a última terminou em julho e deu a conhecer a mais recente dupla de apresentadores – Inês Aires Pereira e Idevor Mendonça – que dará continuidade ao programa.

COMEMORAÇÃO DOS 15 ANOS

No programa de hoje foram vários os que quiseram participar via telefone e via skype. As saudades são denominador comum em todos aqueles que por lá passaram, bem como a consciência de que espaço de liberdade que o programa oferece é difícil de encontrar. Por este motivo, Rita Andrade, a primeira vencedora do primeiro CC Casting, não hesita em apelidá-lo de “programa que faz história na televisão (…) o sítio certo para aprender, divertir e trabalhar”. Rita Mendes referiu também que com o Curto Circuito surgiu a apresentação como a conhecemos atualmente, falada de forma descontraída. E deixou um conselho para as gerações que se seguem: “sejam genuínos”.

Joana Dias e Sílvia Mendes confessaram que a passagem pelo programa abriu muitas portas e desvendou muitos dos caminhos que hoje seguem na rádio. Fernando Alvim resume toda a experiência numa frase: “o Curto Circuito é os Morangos com Açúcar dos apresentadores”. Dos seis anos que passou no CC, o apresentador e humorista destaca a “proximidade e interatividade” que o programa sempre procurou.

O QUE TEM SIDO O CC?

Ao longo de 15 anos o programa reinventou-se, arriscou e inovou. Chegou a três emissões de três horas, diariamente, sem rede. Acompanhou as mudanças tecnológicas que o passar dos anos impôs. Procurou sempre agradar aqueles que o vêem, não seguir estereótipos e dar voz a pequenos projetos. Despediu-se do fax e abraçou as chamadas via skype. Percorreu os festivais de verão e foi palco das maiores loucuras transmitidas em direto na televisão. Nem sempre foi bem visto, mas manteve-se firme. E vai continuar.