Uma equipa comandada por médicos chineses procedeu à utilização de uma impressora 3D a fim de regenerar metade do crânio de Hu, homem de 46 anos que caiu de três andares e ficou incapaz de escrever assim como de falar, tendo ficado com graves danos no que toca ao movimento e à visão.

Os cientistas do hospital de Xijing, na cidade de Xi’an, contaram com apoio de especialistas de todo o mundo na utilização da rede de titânio e esta quinta-feira foram mesmo capazes de realizar uma cirurgia inovadora que, correndo consoante as previsões, irá ajudar a restaurar o formato do crânio de forma natural.

Nenhuma novidade foi adiantada em relação ao sucesso da operação, mas a imprensa chinesa afirma que os médicos têm esperança de que o aumento que a intervenção cirúrgica traz ao crânio faça com que as capacidades perdidas pelo cérebro de Hu sejam recuperadas gradualmente.

Esta notícia não é um caso isolado pois dias antes tinha sido dada a conhecer ao público a realização de uma cirurgia no Peking University Hospital, em Pequim, que colocou uma vértebra produzida por uma impressora 3D num paciente de 12 anos com cancro na coluna.

A utilização de estruturas do corpo humano ou órgãos humanos fabricados pelas impressoras 3D ainda não é comum mas, a título de exemplo, contam-se outros casos em que tal aconteceu com pacientes que receberam maxilares ou ancas criados a partir desta tecnologia.