house-of-cards-2

Séries. As melhores personagens de 2013-2014 (1)

Em setembro, começa o aguardado regresso das séries que nos acompanham ao longo do ano. Antes disso, e para comemorar o que de melhor se fez na temporada anterior, o Espalha-Factos escolheu uma lista das melhores personagens de 2013/2014. Juntámos os nomes mais sonantes da comédia e do drama, e deixamos ao teu critério: quem roubou todas as atenções no pequeno ecrã? 

Barney Stinson

Há muito a dizer sobre um ator quando uma personagem secundária se torna o centro das atenções numa série. Mais do que as aventuras do romântico Ted Mosby, todas as semanas os fãs que se ligavam a How I Met Your Mother esperavam ver mais de Barney. Que aventuras se tornariam “Legen’… wait for it… dary“? Que capítulos se seguiriam no Playbook? Que normas seriam acrescentadas ao Bro Code? Conviver com uma personagem durante nove anos deixa sempre saudade, principalmente aos espetadores mais assíduos da série, e o momento final em que Neil Patrick Harris brilha quando a sua personagem finalmente se rende a um amor incondicional, com a filha, foi a melhor prenda de despedida que os fãs poderiam ter.

http://youtu.be/WqPVqTTkPdI

Phil Dunphy

Aquela que é considerada por muitos como a personagem mais cómica da atualidade não deixa de surpreender os fãs. O mágico dos trocadilhos é o “cool dad” que muitos gostariam de ter, o que resulta numa dinâmica invejável com os filhos LukeAlex e Haley. Conviver com os Pritchett nunca se revela tarefa fácil, tanto com a mulher Claire, que tem os pés totalmente assentes na terra, como na luta pela atenção do sogro, Jay, que insiste no trocadilho “Dumb-phy” (Dumb = pateta). Para o Espalha-FactosPhil Dunphy é das personagens mais completas atualmente numa comédia. Ninguém nos faz rir, chorar e emocionar como ele. E pensar que Ty Burrell só começou a representar depois dos 30.

http://youtu.be/6KMOwBBT6iA

Mellie Grant

Por muito que Kerry Washington seja a personagem principal em Scandal, para nós a Primeira-Dama Mellie Grant consegue sempre roubar a cena quando entra na Sala Oval da Casa Branca. Bellamy Young é capaz de nos transportar para todo o sofrimento da sua personagem, quer seja pelas traições do marido, e consequentemente estar sempre confrontada com a amante Olivia, como por ser uma advogada inteligente relegada para segundo plano, e pela sua relação com os filhos, que culminou na última temporada da pior maneira. Por detrás de um grande homem há sempre uma grande mulher, e Mellie Grantprova que o ditado não poderia estar mais certo.

http://youtu.be/GlzjfqdiXLc

Frank Underwood

Kevin Spacey já era um ator admirado pelo público pela sua longa carreira no cinema. Na transição para a televisão, com House of Cards, só aprofundou esse sentimento. Frank Underwood cativa os fãs por vários motivos. A sua ambição desmedida, calculismo e falta de escrúpulos, em vez de repudiar os fãs, só os atrai mais. E o público feminino com certeza confirmará que o tom de narração do protagonista contribui, e muito, para isso. Em duas temporadas acompanhámos a sua caminhada em direção ao poder, para se tornar no homem mais poderoso do mundo. Afinal, “O dinheiro é mansão no bairro errado, que começa a desmoronar após dez anos. Poder é o velho edifício de pedra, que se mantém de pé por séculos“. Frank Underwood já conquistou Barack Obama, e com certeza também todos os que vibram com os jogos de poder e bastidores da política.

http://youtu.be/LYnnm3L12fA

Katherine Pierce

Se há vilões que todos gostam de odiar, Katherine Pierce é o caso. Todos os fãs de The Vampire Diaries dirão com certeza que estão sempre ansiosos pela entrada em cena da sósia mais amada de sempre. Nina Dobrev é impecável a dar vida a várias personagens diferentes: temos Elena Gilbert humana, Elena Gilbert vampira, AmaraKaterina Petrova eKatherine Pierce. E esta última é sem dúvida a que rouba as atenções. Tanto que os criadores da série demoraram quase uma temporada inteira a preparar a sua despedida. Quer na sua disputa de atenções com Elena, na sua obsessão por Stefan ou no seu pseudo-desprezo perante Damon, de certeza que muitos esperam que as suas aventuras ainda não tenham de facto acabado.

http://youtu.be/1BTsePCuA5M

Regina Mills

A “bruxa má” de Once Upon a Time sempre foi uma vilã controversa. À medida que fomos conhecendo a história desta personagem, fomos criando cada vez mais empatia, e concluímos mesmo que a sua tendência para o lado negro advém das muitas desilusões a que foi exposta. Lana Parrilla conseguiu que o público olhasse de lado para Snow White e que chegasse a torcer para que Henry a escolhesse como mãe, por oposição a escolher a protagonista Emma. Finalmente, na mais recente temporada, depois de uma luta desigual com a meia-irmã, a qual venceu com o poder do verdadeiro amor, fez com que nos apaixonássemos pela sua história de amor com o conhecido Robin Hood, ficando destroçados como ela aquando da chegada a Storybrooke de Marian. Pois é, parece que as noções de vilão e herói já não são o que eram.

http://youtu.be/AKTCY9-z9Bw

Will Gardner

Naquela que foi possivelmente a melhor temporada de sempre de The Good Wife e uma das melhores série dramáticas este ano, Josh Charles brilhou na sua despedida da personagem Will Gardner. E não é por acaso que lhe valeu uma nomeação aos Emmysdeste ano. Com a saída de Alicia da firma e consequente carga emocional da sua traição, o advogado teve a oportunidade de mostrar toda a sua versatilidade, e sair um pouco da sombra da protagonista. O ator tomou a decisão de sair da série, o que foi um golpe duro para os fãs que foram apanhados desprevenidos. Ninguém na blogosfera e imprensa especializada tinha qualquer noção de que tal iria acontecer. Para os fãs deLockhart/GardnerWill ainda é recordado com saudade.

http://youtu.be/TD5s2Rue4vw

Carrie Mathison

A instabilidade emocional de Carrie Mathison contrasta com a estabilidade exibicional elevada com que Claire Danes a retrata. Enquanto a terceira temporada de Homeland esteve, quase unanimemente, uns furos abaixo do que já vimos, a protagonista, sempre intensa, foi de novo uma das melhores do ano no universo televisivo, deparando-se com uma gravidez inesperada que, fruto do seu carácter workaholic, foi por diversas vezes posta em risco. Contudo, a sua bipolaridade – e obsessão inerente – também serviu de objeto para um genial golpe de teatro: Carrie fez de Carrie, enganando-nos e convencendo-nos. O jogo de espionagem de Homeland, esse, acrescentou novos picos ao seu registo. Agradeçam à Claire Danes

http://youtu.be/-dLqrAdF_4Q

Artigo de Cátia Duarte Silva, Fran Silveira e João Pedro Peixoto.

Zeen is a next generation WordPress theme. It’s powerful, beautifully designed and comes with everything you need to engage your visitors and increase conversions.

Mais Artigos
Lúcia Moniz no FC 1997
Festival da Canção. Lúcia Moniz celebra 25 anos de ‘O Meu Coração Não Tem Cor’ na segunda semifinal