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Novo filme de Kathryn Bigelow volta a invocar o tema militar

Após o sucesso de Estado de Guerra (que lhe valeu seis Oscars em 2006 e o estatuto de primeira mulher a receber o Oscar de Melhor Realizador) e 00:30 A Hora Negra, Kathryn Bigelow, em parceria com o escritor Mark Boal, regressa com um novo filme baseado num drama militar verídico do prisioneiro de guerra Bowe Bergdahl.

A história do sargento Bowe Bergdahl captou a atenção dos Estados Unidos da América: alegadamente terá desertado do exército durante a guerra com o Afeganistão, deixou a sua base em 2009 e foi raptado por talibãs. Com um estado de saúde frágil, o sargento foi recentemente envolvido num acordo que envolvia a libertação de cinco soldados talibãs, o que causou alvoroço entre os seus compatriotas, mesmo entre os políticos americanos que exigiam a sua libertação.

Bergdahl está em recuperação no hospital militar do Texas e, entretanto, soube-se que o exército norte-amoericano irá levar a cabo investigações sobre o seu desaparecimento e a sua suspeita deserção. De acordo com o site Deadline, Bigelow e Boal têm estado atentos aos desenvolvimentos da história ao mesmo tempo que ponderam acerca da melhor maneira de levar a história ao grande ecrã.

Mas não só Bigelow e Boal estão interessados na história. A Fox Searchlight adquiriu um artigo da Rolling Stone, publicado em 2012 e escrito pelo falecido repórter Michael Hastings – “America’s Last Prisoner of War” – e que narra a vida do soldado até à sua captura e as iniciais tentativas de libertação. Pelo que consta, o realizador Todd Field está envolvido no projeto, mas não existem mais detalhes acerca da suposta produção.

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