A Direcção Geral do Património Cultural revelou que, a partir do dia 1 de junho, onze museus, palácios e monumentos irão aumentar o preço dos seus bilhetes entre 50 cêntimos a três euros, dizendo que esta decisão irá “assegurar a gestão, salvaguarda, valorização, conservação e restauro dos bens que integrem o património cultural imóvel, móvel e imaterial do país”, em declarações ao Público.

Estes onze locais não viam o preço dos seus bilhetes alterado há cerca de quatro anos, e a grande maioria sofrerá um aumento de apenas um euro. No entanto, o destaque vai para o Mosteiro dos Jerónimos, cujo bilhete passará de sete para dez euros.

Em primeiro lugar, os bilhetes que aumentarão 50 cêntimos são os do Museu de Arte Popular, do Museu do Chiado e do Museu Monográfico de Conímbriga. Em seguida, os aumentos de um euro verificar-se-ão no Museu da Música, no Museu Nacional de Arte Antiga, no Museu Nacional do Teatro, no Museu Nacional do Traje, no Museu Nacional dos Coches, no Panteão Nacional e na Torre de Belém.

Outras novidades incluem a criação de um bilhete destinado a famílias numerosas e abolição das entradas gratuitas nas manhãs de domingo, em virtude de entradas gratuitas somente no primeiro domingo de cada mês.