A Festa da Insignificância é o nome do romance do autor de origem checa, publicado em 2013. Depois da polémica instalada em França, o livro chega a Portugal pelas mãos da editora D. Quixote.

O mais recente romance de Kundera, garantem os críticos, não é passível de ser catalogado. Diferente de tudo a que nos habituou e com influências de nomes como Beckett, Ligeti, Giacometti e Fellini, o novo livro , segundo Caterina Bonvicini, “é escrito como um peça teatral mas não é uma peça tal como não  é um ensaio nem simplesmente entretenimento. O fascínio (imenso) deste livro está na sensação que o leitor tem de estar perante um jogo perverso, de um Kundera quase cansado dos seus leitores, ou melhor, da sociedade em que eles vivem, o que não o impede de os provocar”.

Depois da polémica que criou em França, por ter sido primeiramente editado em italiano em vez de francês (recorde-se que o autor naturalizou-se francês nos anos 80), supõe-se que o romance, que tem como cenário da narrativa o Jardim do Luxemburgo,  chegue às estantes portuguesas no fim do Outono deste ano. A D. Quixote é a editora responsável pela edição portuguesa.

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