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Chefs’ Academy – a escola da RTP1 para quem não sabe cozinhar

O formato é inovador, mas a cara do programa é um valor seguro da RTP. Catarina Furtado volta às luzes da televisão com uma escola muito especial que promete aguçar o jeito para cozinhar dos portugueses. O Espalha-Factos esteve na apresentação à imprensa que decorreu no Liceu Passos Manuel, em Lisboa.

Esta é uma escola de cozinha tipicamente portuguesa, desde a ideia inicial aos equipamentos presentes. A RTP quis apostar num formato original que fugisse aos já existentes, e é aqui que entra a produtora Shine Iberia.

“Pesquisámos todos os formatos de cozinha que há pelo mundo inteiro e chegámos à conclusão que não havia nada do género de uma escola de cozinha. Nós estamos habituados a ver os Top Chef e Masterchef onde a comida é gourmet. Temos o objetivo de criar um programa que, além de entreter, ensine. O nosso foco inicial é keep it simple. Comida simples, com os instrumentos e ingredientes que as pessoas têm normalmente em casa”, explicou Rui Ávila, representante da produtora.

OLYMPUS DIGITAL CAMERASão 12 semanas e 12 concorrentes, entre os 18 e os 40 anos. O casting para escolher os aprendizes contou com 8000 inscritos, o que espelha o crescente interesse dos portugueses na cozinha – mais do que uma necessidade, é agora uma arte. Esta é uma academia especial que conta com um anfitrião que não é estreante nas lides televisivas: o Chef Cordeiro é o diretor desta escola, e a ele juntam-se 4 professores: o Chef Kiko, o Chef Henrique Sá Pessoa, a Chef Marlene e o Chef António Alexandre.

Todos os produtos serão portugueses, graças à parceria com o Continente. Em cada programa há duas aulas teóricas e duas aulas práticas com dois temas diferentes. Os alunos começarão por aprender coisas tão simples como a importância dos vários utensílios de cozinha ou como laminar uma cebola. “Temos uma apresentadora que é o público-alvo deste programa”, remata Rui Ávila. E é neste momento que o microfone passa para Catarina Furtado, que revela as suas fracas aptidões na cozinha. Mas já aprendeu a fazer ovos estrelados, brinca.

Este formato vai muito além dos tachos e panelas: “estes concorrentes  têm um enorme respeito, tremem e suam cada vez que um professor chega perto do seu prato”, conta. Catarina já apresentou programas de temas variados: dança, música, crianças, entre outros. “Desde que seja trabalho honesto, eu faço. A ideia de ser algo que nós criámos em Portugal deixa-me muito contente e tem também a componente didática de escola que eu já tinha experienciado na altura da Operação Triunfo. Felizmente, todos os formatos que eu tenho apresentado têm uma utilidade, um objetivo concreto.” Tem poucas ambições na cozinha, pois “acho que nós devemos tentar fazer aquilo que podemos fazer bem. Nessa matéria não vou competir. Eu só me meto numa corrida quando sei que posso ganhar.”

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Em Chefs’ Academy não há expulsões, pois este pretende ser um formato pela positiva. Os concorrentes vão acumulando pontos que lhes vão ser úteis para ir à loja comprar os produtos para cozinhar. No final de cada semana, há um prémio (por exemplo: um conjunto de facas de cozinha) para o que ocupar o primeiro lugar na tabela. O prémio para o grande vencedor será 20 000 euros, 3000 euros em cartão Continente e 1 ano de prémio Continente como Chef Online.

Hugo Andrade, diretor de programas do canal público, lembra que a culinária tem dado cartas no entretenimento televisivo. “Acreditamos que este projeto está ao nível de outros países”, e o objetivo é exportar. Há já 5 países pré-inscritos para adquirir o formato, revela. Neste programa tudo é português, menos o nome – a escolha do inglês foi feita para criar essa mesma marca para exportação, para levar este produto português mais longe.

Para ver a partir do próximo sábado, dia 23 de novembro, às 22 horas.

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