DianaKralldestaque

Sensualidade de Diana Krall na 10ª edição do EDP Cool Jazz Fest

Diana Krall foi o quarto concerto da 10ª edição do EDP Cool Jazz Fest. A cantora já não é uma estreante por estas andanças, sendo já a terceira vez que marca presença neste festival e mais uma vez com casa cheia.

O público, notoriamente jovem e de meia idade, foi chegando para ouvir a cantora canadiana. Krall encontra-se em digressão na apresentação do seu mais recente álbum Glad Rag Doll (2012) e escolheu Portugal como um dos últimos países de passagem.

Concerto marcado para as 22h00, começou com um pequeno de atraso, com a “sala” cheia foi necessário esperar alguns minutos para ouvir a cantora canadiana. No entretanto da espera foi interessante e original ouvir a seleção de 15 minutos, escolhida pela cantora, que fez com que o tempo corresse para o arranque da atuação. Este trabalho tem a produção de T-Bone Barnett que também trabalhou com Elvis Costello, companheiro de Diana Krall (que cancelou o seu concerto este domingo no Coliseu).
O Jardim Marquês de Pombal estava iluminado por uma lua cheia, que fez o clima perfeito e mágico para o começo do concerto. We just couldn’t say goodbye fez as honras e deu as boas vindas ao público. Houve uma evidente mistura de vários estilos musicais pela cantora, embora o jazz tenha sido o estilo predominante.


Muito simpática e agradável a cantora foi interagindo com o público, a artista apresentou a sua banda, logo de seguida presenteou-nos com o tema Just like a butterfly that’s caught in the rain, como um dos seus temas preferidos. Revelou “É sobre tudo que amo, o lar e a chuva” na sua voz sensual .
Everything’s made for love veio logo de seguida. A boa disposição e elegância de Diana Krall foi uma constante e deu o mote para o tema seguinte, com o público hipnotizado pela sua beleza e sensualidade, Let it rain, de 1928, “Esta é uma canção sobre o sentimento e pertença de um casal em tempos de crise. Há aqui muitos casais? Se houver vão gostar desta, se não houver, não se preocupem que também tenho músicas sobre divórcios e corações partidos”.

Passamos rapidamente para Temptation, marcada pelo solo de guitarra um original de Tom Waits, o que deu outro sabor à atuação da cantora. Let’s face the music and dance chegou, mas antes disso a cantora revelou que adora comida portuguesa e que os seu filhos se encontravam presentes nos Jardins Marquês de Pombal.
A melhor interpretação pertenceu ao tema I’m Gonna Sit Right Down and Write Myself a Letter. Onde deu “cartas” há sua versatilidade vocal e musical. Apartir daqui a “viagem” foi mais rápida, os temas “correram” e não houve tempo para sorrisos e histórias nos intrevalos das canções. Passamos para Boulevard of Broken Dreams e I’m a Little Mixed Up.

Voltou com um breve encore com mais duas canções: Ophelia e Heart of Saturday night.
Foi um curto concerto com cerca de 15 canções que deixaram a plateia inteira a pedir mais e, assim, disse adeus ao EDP Cool Jazz Fest 2013.

Mais Artigos
Teen Wolf
‘Teen Wolf’: atores pedem regresso da série à MTV