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Segundo dia do EdpCoolJazz em brasileiro

Mais uma noite quente nos Jardins Marquês de Pombal, de caipirinha e cerveja na mão, pois era noite de música Brasileira. Uma voz mais recente, Maria Gadú, e outra um clássico MPB,  Djavan, foram os anfitriões do segundo dia do EDPCoolJazz.

Um dia de festival mas cheio que o anterior, o público desde cedo se ia instalado, esperando uma noite especial. Maria Gadú uma das vozes promissoras da MPB entra em palco por volta das 22h00. O público,  maioritariamente brasileiro, esperava ansiosamente por matar saudades da sua terra através da música e do sotaque. Começou com Chorão e, logo de seguida, Shimbalaiê deixou o publico vidrado no espetáculo. Maria Gadú encontra-se numa mini tournée pela Europa. Um momento único aconteceu neste concerto quando o público da plateia VIP se levantou das cadeiras para a frente de palco, para cantar, fotografar e cumprimentar a artista, nesse momento os fotógrafos que se encontravam a captar imagens da artista ficaram  com uma parede de gente atrás de si.
Durante todo os espetáculo deu ênfase ao seu mais recente álbum Mais uma Página.
Mesmo no fim do espetáculo ainda ouve tempo para Linda Rosa. Ficou a faltar Quase sem querer. No encore a artista cantou mais dois temas Eclipse Oculto e Laranja. O Espetáculo termina com muitos aplausos e com a expectativa de ver Djavan.

Djavan entra em palco já depois das 00h00, as cadeiras da plateia VIP que se encontravam vazias são preenchidas, público atento espera uma dos mais talentosos cantores e compositores da MPB que conta já com 37 anos de carreira e cerca 25 álbuns editados. Djavan, que vai terminar a sua tournée em Amesterdão, passou antes pelo Porto [ler reportagem aqui] descendo até Lisboa, onde esgotou os Jardins Marquês de Pombal. O concerto abriu com Rua dos Amores, tema que dá nome ao seu recente trabalho bem como à tournée. Chega o Acelerou, o público salta das cadeiras dança e canta com o artista, este passou por vários clássicos como Flor de Lis e Seduzir, mas ficou a faltar Lilás. Foi ainda noite para surpresas, a fadista Cuca Ruseta, uma das vozes recentes no fado, entra em palco (com um vestido nada convencional para uma fadista, de lantejoulas brancas) e em dueto canta Meu Bem Querer com Djavan. Seguiram-se Nem um dia,  apenas voz e viola, Oceano fez as delícias do público, cantou Voz e violão, pedindo ao púbico para cantar “agora só vocês”, o público chama por Djavan e este responde “Vocês cantaram lindo”.
A próxima música, uma parceria com Dominguinhos (compositor), a única que Djavan tem em parceria, todas as outras são letra e música do cantor. Retrato da Vida, que cantou acompanhado pela sua banda, e ainda houve tempo para mudança de guarda roupa.
O espetáculo chega ao fim, mas ainda acontece o encore habitual, com mais três temas, Nem um dia, Se, e uma das mais aplaudidas e acarinhadas:Sina.
Foi, sem dúvida, um concerto que trouxe muitas memórias e fez o gostinho a quem acompanhou as novelas brasileiras ao longo dos anos 80 e 90. O artista bastante acarinhado não desiludiu o seu público e o seu “Obrigado” tão característico marcou presença no fim de cada canção.
Obrigada nós, Djavan por mais um concerto cheio de memórias boas de sabor a Brasil.

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