Parecendo que não, hoje é o primeiro dia de Verão e como o São Pedro tem sido pouco simpático connosco ultimamente, o Espalha-Factos deixa aqui uma lista de filmes muito quentes, cheios de sol e mar.

Já que as temperaturas teimam em estar tão baixas, nada melhor que ocupar um pouco do nosso tempo, que supostamente estava destinado à praia, com uns filmes que tragam o calor até nós. Desde uma rainha do antigo Egipto a uma sereia da Atlântida, esta é uma lista que espalha um pouco da brisa oceânica pelas nossas casas e deixa que o sol consiga entrar, mesmo se estiver a chover lá fora.

Quanto Mais Quente Melhor (1959)

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Nada melhor para começar o Verão do que com uma das maiores e mais quentes estrelas de Hollywood. Marilyn Monroe vai a banhos e convida-nos a assistir a uma das maiores comédias dos anos 50. Afinal, não é todos os dias que conseguimos ir à praia com Marilyn Monroe.

Quanto Mais Quente Melhor fala-nos de dois músicos que se vêem com a cabeça a prémio ao testemunhar um tiroteio e a única forma de escaparem da cidade é juntando-se a uma banda feminina. Os músicos aceitam o desafio e infiltram-se na banda vestidos de mulheres, mas tudo muda quando um deles se apaixona por uma das jovens músicas.

Cleópatra (1963)

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Calor é o que não falta neste filme dos anos 60 protagonizado por Elizabeth Taylor. As quentes areias do Egipto e as mornas águas do Nilo são uma forma perfeita de entrar com o pé direito neste estranho Verão. Além disso, podemos apreciar todo o esplendor de Taylor como Cleópatra, um dos papeis mais icónicos da sua carreira.

Cleópatra é um filme histórico que tem como foco a vida da mais conhecida faraó do Egipto Antigo. Desde a sua ascensão e época dourada, à sua queda e conquista pelo Império Romano, este é um filme que acompanha uma das mais influentes mulheres da história.

O Tubarão (1975)

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É impossível pensarmos no verão sem nos lembrarmos do épico de Spielberg. O Tubarão é um filme recheado de praia e sol, mas talvez te faça ficar na areia uma boa semana depois de o veres. O que vale é que as águas portuguesas não escondem tantos perigos nas profundezas quanto as águas da ilha Amity.

Tubarão dá conta da chegada de uma terrível criatura aquática às praias da Ilha Amity. Depois de fazer as suas primeiras baixas, alguns dos habitantes da ilha juntam-se para pôr fim à criatura mortífera.

A Lagoa Azul (1980)

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Muitos de nós já pensamos em viajar para uma ilha paradisíaca algures no Pacífico, mas enquanto o euromilhões teima em não sair podemos apreciar A Lagoa Azul, que consegue trazer todo o ambiente exótico, o calor e a água cristalina característica do pacífico até à nossa sala de estar.

A Lagoa Azul conta-nos a história de duas crianças presas numa ilha deserta no meio do oceano, sem adultos ou qualquer figura paternal para cuidar delas. As crianças têm de crescer apenas dependendo uma da outra, numa cumplicidade tal que acaba por nascer um amor entre eles.

Dirty Dancing (1987)

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Os campos de férias são algo muito característico das férias de Verão. Muitos são os miúdos e graúdos que vivem estas experiências e nenhum outro filme é melhor que Dirty Dancing para relembrar os momentos aí vividos.

Dirty Dancing mostra-nos uma história de amor que nasce entre uma rapariga que decide ir para um campo de férias de danças com o seu próprio instrutor. Promete muita música e uns tantos passos de dança.

A Pequena Sereia (1989)

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O Verão também chega aos pequenos, prova disso é a mais aquática princesa da Disney. Ariel convida-nos a dar um mergulho no seu mundo subaquático cheio de magia e cores. Nada melhor que refrescar um pouco nas águas do Atlântico acompanhado por uma sereia.

A Pequena Sereia conta-nos a história de uma sereia que ambiciona o mundo dos humanos. Ao apaixonar-se por um príncipe da superfície desafia o seu pai e faz um pacto suspeito para se tornar humana durante três dias.

Sei O Que Fizeste No Verão Passado (1997)

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O Verão também é uma época de festas com os amigos e umas quantas sessões cinematográficas com pipocas à mistura, e, por vezes, sabe bem ver aquele filme de terror mais ligeiro e que dê para muitas gargalhas com os amigos. Este é o filme perfeito para isso mesmo.

Sei O Que Fizeste No Verão Passado foca-se num grupo de quatro adolescentes que vivem aterrorizados por alguém que constantemente diz saber que eles atropelaram alguém no Verão anterior.

Vicky Cristina Barcelona (2008)

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Se misturarmos Verão com Woody Allen, o batido resultará em algo como Vicky Cristina Barcelona. Um filme com um guião delicioso, que promete muito calor no meio de uma atribulada relação a três numa das mais quentes cidades europeias, Barcelona.

Vicky Cristina Barcelona tem como protagonistas duas amigas que se aventuram por Barcelona nas suas férias de Verão. Conhecem então um pintor espanhol e ficam as duas enamoradas por ele, sendo que ainda se tem de ter em conta uma ex-mulher com a qual o pintor teve uma relação algo tempestuosa.

Aquele Querido Mês de Agosto (2008)

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Porque o produto nacional também é bom, fica aqui uma sugestão para nos relembrar as noites quentes de Verão, principalmente com todas as festas a que acabamos por ir nestes meses mais quentes. Miguel Gomes dá-nos aqui um olhar sobre um Portugal em festa.

Aquele Querido Mês de Agosto viaja até ao Portugal mais profundo e a toda a euforia que se vive um pouco por todo o lado no mês de Agosto. Desde a música pimba aos animados bailaricos, Aquele Querido Mês de Agosto junta dois dos factores mais importantes do Verão português: a música e o amor.

500 Dias com Summer (2009)

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O nome é sugestivo que chegue. Se o Verão durasse de facto 500 dias viveríamos no paraíso, ou então num caos de país. Mesmo que a narrativa não inclua praia, mar ou banhos esta é uma história de amor perfeita para se ver acompanhado da cara metade nas noites mais quentes.

500 Dias com Summer é uma comédia romântica que se foca numa estranha relação entre um rapaz que acredita em demasia no amor e numa rapariga que não acredita, de todo, nele. Assim ele tenta provar-lhe que o verdadeiro amor existe, mas parece ser uma tarefa inglória.

*Por opção do autor, este artigo foi escrito segundo as normas do Acordo Ortográfico de 1945.