A atriz volta aos palcos da Broadway, em Nova Iorque, no papel principal da peça de Tennessee Williams, Gata em Telhado de Zinco Quente. Com estreia na quinta-feira passada, Scarlett foi recebida pelos críticos com opiniões divididas.

Scarlett Johansson veste a pele de Maggie, uma mulher que pretende reconquistar o marido, um homem neurótico que a despreza. A fasquia é elevada, já que a personagem foi interpretada por grandes nomes como Elizabeth Taylor, nomeada ao Oscar na adaptação ao cinema por Richard Brooks, em 1958, e Kathleen Turner no teatro, papel que lhe valeu um Tony, os Oscars do teatro.

As expetativas para a estreia de Johansson eram bastante elevadas e segundo o The New York Times, a atriz esteve à altura. Ben Brentley, crítico daquele jornal, afirma que a atriz foi feita para o teatro, ao escrever: “confirma-se como uma atriz de palco que impõe a sua presença e inteligência”.

É igualmente elogiada pelo The Guardian, por ter dado uma nova vida à peça de Tennessee Williams. No entanto, surgem algumas críticas negativas, onde a atriz fica aquém das expetativas com uma atuação pouco profunda e sem grandes momentos de destaque, tal como escreveu o Hollywood Reporter.

No geral, a atuação da atriz de 28 anos encantou o público e os críticos, sendo que não é a primeira vez que Scarlett Johansson sobe aos palcos da Broadway com atuações que superam as expetativas. A sua estreia em teatro, em 2010, valeu-lhe o Tony na categoria de melhor representação feminina, com a peça A Room With a View, de Arthur Miller.

Gata em Telhado de Zinco Quente está em cena até ao dia 30 de março no Teatro Richard Rodgers, em Nova Iorque. Muitas das sessões já estão esgotadas.

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