Paul Huebl, um homem que diz ser investigador privado, afirmou ao tablóide National Enquirer que Whitney Houston foi assassinada por dois traficantes de droga que iam receber dinheiro que a cantora lhes devia.

Segundo este alegado investigador, a diva devia cerca de 1 milhão e meio de dólares a traficantes de droga antes de morrer, em Los Angeles, no início deste ano. Em declarações ao jornal, Huebl afirma ter «provas  que apontam para a Whitney ter sido vítima de traficantes poderosos que enviaram homens para recolher a grande dívida que ela tinha por causa das drogas». O detetive afirma ainda que a cantora disse estar «farta desta m*rda» um dia antes da morte, depois de ter recebido uma encomenda de cocaína dos traficantes.

Este profissional vai mais longe, ao afirmar que o relatório do médico-legista oculta o facto de que Whitney tem ferimentos de defesa: «O corpo da Whitney mostra lesões clássicas de defesa que terão ocorrido quando ela lutava pela vida», e acrescentando que houve dois homens misteriosos a tentarem integrar-se no staff da cantora no hotel ‘Beverly Hilton’, onde Whitney ficou durante vários dias e até à data da sua morte. Paul Huebl diz ainda que, no dia da morte, há um espaço de 45 minutos em que os alegados assassinos terão ido ao quarto da artista, altura em que foram filmados pelas câmaras de vigilância.

Whitney Houston faleceu este ano, a 11 de fevereiro, com 48 anos de idade. A cantora foi encontrada inconsciente debaixo de água na banheira do quarto onde se encontrava hospedada, no hotel Beverly Hilton, em Hollywood. Houston terá morrido afogada após uma overdose de cocaína.