Ontem, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, os prémios do festival Córtex 2012 para Melhor Curta Nacional (Prémio melhor curta nacional do Cortex 2012), Melhor Curta Internacional e Melhor Curta Nacional (Prémio do Público) foram entregues às curtas-metragens Noite, Blu e Nada Nazi, respetivamente.

Noite, do realizador Flávio Pires, retrata a vida de um jovem que tem de dividir o seu tempo entre as suas duas grandes paixões, a banda de heavy metal e a avó doente. Blue, do romeno Nicolae Constantine Tanase, mostra a relação familiar entre pai, mãe e filha, que ficam inesperadamente parados no meio da estrada com uma avaria no carro. Relativamente à curta Nada Nazi, de Filipa Reis e João Miller Guerra, continua-se com um trio, no entanto, desta vez, entre três investigadores, que estão a desenvolver uma tese, no Bairro Casal da Boda, onde lhes é roubada uma câmara de filmar, que acabará por registar um crime.

Neste festival, visualizaram-se outras curtas-metragens, como é o caso de Rafa, de João Salaviza, A viagem, de Simão Cayatte, Os vivos também choram, de Basil da Cunha, Manhã de santo António, de João Pedro Rodrigues, as animações Kali, o pequeno vampiro, de Regina Pessoa, entre outros títulos.

Para além das nacionais, esta competição contou com a presença de sete produções internacionais, nomeadamente, de França, da Alemanha e da Roménia. São elas, À Trois, de Vanessa Clément, Blu, de Constantine Nicolae Tanase (vencedor da Melhor Curta Internacional), e Scylla, de Jean Charles Gaudin e Aurélien Poitrimoult.

Conta-se um total de 29 curtas exibidas ao longo de cinco dias. Laura Soveral, Rita Blanco, Teresa Villaverde e Vasco Câmara foram as personalidades escolhidas para constituírem o júri.

Na sessão de abertura do  Festival de Curtas-metragens de Sintra foram, ainda, exibidas outras cinco curtas, em homenagem ao convidado especial António Campos, como Puberty (1997) e Buy it now (2005).