Paul McCartney afirmou ao The Guardian que Yoko Ono, a viúva de John Lennon, não foi a responsável pelo fim da banda britânica The Beatles.

Yoko Ono não acabou com o grupo, o grupo já se estava a desmembrar”, realça McCartney. O cantor declarou que o surgimento de Yoko Ono na vida de John Lennon foi bom para a estrela dos The Beatles. “Parte do seu encanto tinha a ver com a faceta vanguardista, a visão dela das coisas, por isso ela mostrou-lhe (a John Lennon) outro lado que foi muito atrativo”, disse.

Paul McCartney sublinhou que a influência de Ono em Lennon acabou por ser benéfica também para a banda. “Sem ela não haveria canções como o Imagine”. O cantor defendeu a mulher que conquistou  o Beatle que fora assassinado a 8 de dezembro de 1980, acrescentando que um dos culpados pela separação de uma das melhores bandas dos anos 70 foi Allen Klein, o segundo manager do grupo.

A entrevista feita ao The Guardian será transmitida em blocos de uma hora pela Al Jazeera inglesa a partir do dia 6 de novembro.