A televisão, em Portugal, surgiu em 1955, com a Radiotelevisão Portuguesa (RTP) e até 1992, o canal público operou em total monopólio. Em 6 de outubro de 1992, a SIC começa as suas emissões e surge  como o primeiro canal privado, independente e comercial.

A SIC aparece como uma lufada de ar fresco no panorama televisivo português. O canal apresentou-se com uma forte aposta em informação credível e independente, programas de entretenimento, diferentes dos que os portugueses estavam habituados a ter no canal público, documentários, algo que ainda permanece presente na identidade do canal generalista, e, por fim, mas não aparecendo como a última das apostas da SIC, a ficção em português, nomeadamente séries.

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Esta aposta diversificada, juntamente com uma forte estratégia de marketing, conseguiram colocar a SIC como líder de audiências em 1995, tendo sido considerada por Fóruns Internacionais como a estação de televisão que em menor espaço de tempo conseguiu obter melhores resultados a nível de audiências.

O grande trunfo da SIC foi, sem dúvida, a informação. A informação da SIC tornou-se a alternativa independente, rigorosa e irreverente e ainda hoje preserva essa confiança por parte dos portugueses.

Em 1997, com o objectivo de chegar aos portugueses que estão espalhados pelos diversos cantos do mundo e para os Países de Língua Oficial Portuguesa, é criada a SIC Internacional.

Oito anos de emissão deram para a estação perceber o potencial dos canais temáticas por cabo. Em 2000, começa a aventura da SIC na criação de um novo universo televisivo em português.