Com 1,5 mil milhões de euros fez-se um dos maiores negócios do universo musical. A editora Universal Music completou esta semana a aquisição da conhecida etiqueta EMI Record Music, que tem em carteira vários artistas de renome mundial.

A compra foi feita conforme o estabelecido tanto pela União Europeia como pelos Estados Unidos da América, de modo a que a Universal não violasse as regras da lei da concorrência nos dois continentes. Este feito permite reforçar a posição da Universal Music no mercado discográfico sendo que, entre várias bandas, adquiriu os direitos discográficos dos Beatles. No entanto, também houve registo de abdicações, como por exemplo dos Coldplay.

Com artistas em carteira como Katy Perry, Jay-Z, Beach Boys, a Universal Music também já tinha adquirido as etiquetas da Motown ou da Interscope, para citar as mais importantes, pelo que o passo mais importante é “garantir a saúde da indústria musical“, segundo palavras do presidente executivo da Universal Music Group, Lucian Grainge.

Em Portugal, o negócio “não terá grandes consequências” e “irão manter-se os escritórios” das duas editoras, em separado, disse à agência Lusa o diretor-geral da EMI Music Portugal, João Teixeira. Este revela, contudo, desconhecimento do processo do catálogo de artistas por parte da Universal.