A RTP2 tem os dias contados, é o que conta o Expresso. Não há ainda nenhuma decisão oficial comunicada aos responsáveis do canal, ou mesmo da televisão pública, mas tudo indica que o segundo canal, fundado em 1968, pode estar prestes a chegar ao fim.

Um dos sinais já passava pela não-aquisição de novos programas para o canal e pela não-renovação de contratos para o ano de 2013, divulgada em julho pelo Diário Económico. O semanário da Impresa repete esta informação, explicando mesmo que «a renovação de conteúdos e de contratos de produção de programas para 2013 está a ser muito mais limitada na RTP2 do que na RTP1».

O facto do governo querer preservar «a maior notoriedade possível para o canal público» faz entender que a programação do futuro canal único será mais próxima daquela que é a da RTP1, do que da da RTP2. Aliás, ainda no início do processo, Miguel Relvas afirmava que não queria um canal «residual» a nível audimétrico, algo hoje recordado pelo Expresso.

Na estação pública, já todos trabalham para uma grelha de programação única e que consolide os pontos fortes da grelha de cada um dos canais.