As distinções atribuídas pelo Clube de Jornalistas, patrocinadas pela Caixa Geral de Depósitos, variam em diversas categorias, entre as quais o Prémio Gazeta de Imprensa, Televisão, Rádio, Fotojornalismo, Revelação, Imprensa Regional, Mérito e Multimédia. No entanto, este último não foi atribuído este ano por se ter considerado que “nenhum dos trabalhos apresentados merecia a distinção”.

Paulo Moura foi o vencedor do Prémio Gazeta de Imprensa pelo conjunto de reportagens Diário da Primavera Árabe, realizadas no Egito e na Líbia e publicadas no jornal Público e na revista Pública.

A informação SIC foi premiada com o Prémio Gazeta de Televisão, pelas reportagens O Volfrâmio Nazi e Quem Semeia Vento de  Amélia Moura Ramos e Miriam Alves , respetivamente.

Na categoria de Rádio, as reportagens Tahia Líbia e Descobrir a Liberdade, da Antena 1 e da autoria de José Manuel Rosendo, foram as vencedoras.

A Jorge Simão foi atribuído o Prémio Gazeta de Fotojornalismo pelo seu trabalho Revolução no Cairo, publicado na revista Única (Expresso).

O Prémio Revelação foi atribuído a Alexandre Soares, jornalista freelance nos Estados Unidos, pela reportagem O Beijo do Marinheiro Português, publicado na Notícias Sábado (Diário de Notícias).

O Jornal de Barcelos, um semanário com mais de seis décadas, foi premiado na categoria Imprensa Regional, por ser “um bom exemplo de uma imprensa regional de qualidade”.

Por fim, Fialho de Oliveira foi a personalidade distinguida com o Prémio Gazeta de Mérito, pelo “carácter solidário, de invulgar dedicação às grandes causas dos jornalistas”.

Nesta edição foram avaliados mais de cem trabalhos jornalísticos. Os grandes vencedores das categorias Revelação, Fotografia, Rádio, Televisão e Imprensa recebem 5.000 euros cada e as restantes são contemplados com um troféu.