Mark Zuckerberg anunciou esta segunda-feira a compra da aplicação de fotos instantâneas Instagram, numa operação que envolveu cerca de mil milhões de dólares – cerca de 760 milhões de euros. A compra foi materializada em dinheiro e ações. 

Desta forma, o Instagram é absorvido pela rede social, ficando os seus atuais donos como acionistas do Facebook. A ideia é que a aplicação continue a ser gerida independentemente, de forma a que os utilizadores disponibilizem as suas imagens noutras redes sociais que não o Facebook.

A aplicação foi criada pelo brasileiro Mike Krieger e pelo norte-americano Kevin Systrom, servido para aplicar efeitos especiais em fotos e partilhá-las com amigos. Zuckerberg, dono do Facebook, assumiu-se “animado por partilhar a notícia de que chegámos a um acordo para comprar o Instagram” e ainda anunciar que “a sua talentosa equipa vai juntar-se ao Facebook“.

O objetivo passa por expandir o impacto do Instagram: “Milhões de pessoas em todo o mundo adoram o Instagram e a marca associada a ele, e o nosso objetivo é ajudar a divulgar esta aplicação e a marca a ainda mais pessoas“, adiantou Mark Zuckerberg, citado pela Visão.

Segundo o CEO do Facebook, os utilizadores terão agora a opção de postar no Facebook as fotos tiradas no Instagram e, de forma separada, poderão ter seguidores na aplicação e seguir pessoas independentemente dos amigos na rede social. Na transata semana, o Instagram foi lançado numa versão para Android, o que lhe permitiu ampliar de forma significativa a sua quota de mercado.