A terceira edição do festival realiza-se nos dias 27, 28 e 29 de julho, na cidade da Mêda (Guarda). Mão Morta e X-Wife são os cabeças de cartaz da terceira edição, avançados em primeira mão pelo Espalha-Factos. O cartaz ainda não está fechado.

Mão Morta e X-Wife juntam-se aos já confirmados The Glockenwise, The Doups e Fitacola.

Mão Morta

«Os Mão Morta, parece, são como o vinho: melhoram com a idade. É um caso notável não tanto de longevidade, mas de qualidade constante numa carreira que foi sempre consistente mas experimental, de uma banda que nunca teve medo de tentar algo diferente, mantendo sempre a alma sonora que a torna tão única (tanto aqui como lá fora). (…) Adolfo Luxúria Caníbal é, aliás, o motor que move tudo. Um dos maiores (senão o maior) vocalistas da nossa história, é em palco tão intimidante quanto imponente, possesso e com olhar indomável enquanto canta, encarnando em todo o corpo as palavras que lhe saem da boca. Balança-se, contorce-se, e no final do concerto atira-se ao chão, encharcado em suor (…). A banda é, claro, toda ela espectacular. Há em Mão Morta algo que não existe em mais lado nenhum, uma mescla de estilos desde o spoken-word ao post-punk que se equilibram entre si, graças a um grupo de músicos fenomenais (aquelas guitarras…) que tocam ainda com a perfeição com que o faziam há anos atrás.», in Festivais de Verão.

X-Wife

«Infectious Affectional (…)  é um disco onde os X-Wife voltam a explorar territórios mais próximos da música de dança, onde o groove e o balanço roubam espaço à distorção. Um álbum que testemunha a maturidade duma das mais personalizadas e ambiciosas bandas nacionais, das poucas capazes de concorrer com aquilo que de mais pertinente se produz nas mais decisivas metrópoles do planeta.», in Portugal ConVida.

A entrada manter-se-á livre. Todas as informações disponíveis na página do Facebook da Associação Juvenil Mêda +.