A Apple anunciou em comunicado a morte do seu fundador e génio criativo. Steve Jobs faleceu esta quarta-feira após uma longa batalha contra o cancro.

A empresa lamentou a perda de “um visionário e génio criativo“, mas acima de tudo de “um extraordinário ser humano“. Relembrou-se ainda “o génio, a paixão e a energia” de Jobs, motivos fulcrais “na origem de inúmeras invenções que enriquecem e melhoram as nossas vidas“.

O falecimento está relacionado com complicações decorrentes da luta contra o cancro do pâncreas. Nascido em 1955, foi com Steve Wozniak que fundou, em 1976, a Apple, negócio que liderou até ao mês de Agosto. O seu nome fica ligado a vários dos mais famosos e inovadores produtos informáticos de toda a história, como o iPad, o iPhone e até o Apple II, um dos primeiros computadores pessoais.

A doença, descoberta em 2003, levou a que recebesse, em 2009, um transplante de fígado. Sendo que nos últimos anos já se havia afastado várias vezes da liderança da Apple – com a empresa a nunca assumir que fosse por causa do cancro. Só há dois meses foi sugerido por Steve Jobs o nome do seu sucessor, Tim Cook.

No último comunicado que escreveu enquanto presidente da empresa, já nada de bom era anunciado: “Sempre disse que se chegasse o dia em que não conseguisse cumprir com as minhas funções e expectativas como presidente executivo da Apple, seria o primeiro a informar-vos. Infelizmente, esse dia chegou“.

Chegou também esta quarta-feira o dia em que, aos 56 anos, se perde “um dos maiores inovadores americanos“, enquanto simultaneamente se apresentava com algum ‘ruído’ o iPhone 4S, agora afirmado fortemente como uma última homenagem a Steve Jobs.