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Curtas Paragens no Teatro do Bairro

O Teatro do Bairro vai inaugurar, na sua programação do mês de Julho, um espaço dedicado à exibição de curtas-metragens a estrear a cada domingo às 21h30. Coincidirão, portanto, com os dias 3, 10, 17, 24 e 31 de Julho, com um custo de 3 euros por sessão.

A primeira curta-metragem a ser exibida no grande ecrã será de Gonçalo Galvão TelesSenhor X, “Um homem simples. Uma vida escura e fria (…). Uma noite, X descobre na sua ronda um velho homem que se prepara para queimar uma câmara de filmar. O Senhor K” (Fado Filmes – 22′).

My Music é a curta que se segue, de Tiago Albuquerque e João Brás, em que o protagonista, Steve16, procura um lugar onde possa ouvir a música do seu mp3 (Animanostra – 7′). De João Figueiras chega-nos Paisagem Urbana com Rapariga e Avião, em que “Rapaz conhece rapariga. Digo e Helena vivem um quotidiano difícil num crescendo de angústia que os encurrala na procura de uma solução urgente” (Blackmaria – 24′).

Vacas, de Isabel Aboim Inglez, relata a história de “Uma manada de vacas, liderada por uma enorme Vaca Branca, [que] povoa a grande planície (…). El Manhoso, um cowboy feito de arame farpado, que aprisioná-las num pedaço demarcada de terra para assim subjugá-las e dominar a região” (Animais A.V.P.L. – 7′).

Em O Mal dos Outros, realizado por Miguel Clara Vasconcelos, descobrirá que “A simpatia das pessoas esconde sentimentos mais profundos. Um tratador de cavalos adora o Lusanito, um puro sangue lusitano, a quem revela o seu desprezo pelos imigrantes e pessoas de outras etnias, que vivem em Portugal. Mas quando encontra a Força Universal, entra numa dança surreal toureando as suas próprias frustrações” (Andar Filmes – 10’30’’).

“Se tudo isto não fosse mentira, se eu estivesse acordado quando lá fui, não tinha que aprender tudo de novo, todos os dias”. A única Vez é a curta de Nuno Amorim (Animais A.V.P.L – 5’ 40’’). Algo Importante fala-nos de “Um Homem [que] vive na obsessão de algo importante que deve fazer. Entretanto as estações do ano sucedem-se…” e a sua realização foi da responsabilidade de João Fazenda (Animanostra – 7’).

Por fim, Pickpocket, igualmente de João Figueiras, em que “Um vulto desfocado, uma entrevista anónima revela um homem solitário, melancólico, desenquadrado do seu tempo. O seu testemunho revela uma cidade em mudança” (BlackMaria – 20’).

A fechar, no dia 28, em A Quinta Pata, serão exibidas mais curtas-metragens, mas desta vez exclusivamente de produção nacional. É um apelo ao que é feito em Portugal, com qualidade crescente, numa exibição em condições de projecção apropriadas. Esta é uma aposta na descentralização do cinema português, sendo objectivo da Ar de Filmes fazer Curtas Paragens por todos os cine-clubes do país, contando, sempre que possível, com a presença de alguns actores e realizadores dos filmes.

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