A oitava edição do IndieLisboa terminou este Domingo, dia 15. No dia anterior, a Culturgest acolheu a cerimónia de encerramento deste festival de cinema independente, onde se ficaram a conhecer os vencedores deste ano.

Na competição internacional, o vencedor da noite, com o Grande Prémio de Longa Metragem “Cidade de Lisboa”, foi The Ballad Of Genesis and Lady Jaye, de Marie Losier. Nesta categoria também foi distinguido, com uma menção honrosa, o filme de Jean-Charles Hue, La BM Du Seigneur.

Nas curtas metragens, o grande prémio da categoria coube a The Story Of Elfranko Wessels, de Erik Moskowitz e Amanda Trager, havendo ainda direito a três menções honrosas para Diane Wellington, de Arnaud des Pallières, La Forêt, de Lionel Rupp, e The Painting Sellers, de Juho Kuosma. O prémio de distribuição foi para Morgen, de Marian Crisan.

No que toca à competição nacional, o prémio Caixa Geral de Depósitos para melhor longa metragem portuguesa foi entregue a Linha Vermelha, de José Filipe Costa. Já o Pixel Bunker para melhor curta portuguesa foi para Alvorada Vermelha, de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata. Em Ex Aequo, Garbriel Abrantes, com Liberdade, e Marco Martins e Filipa César, com Insert, ganharam o prémio Restart para melhor realizador português de curta metragem.

Patrick Mendes, com o filme Homenagem a Quem Não Tem Onde Cair Morto, foi premiado com o Novo Talento Fnac. Já o júri TAP, escolheu O Que Há de Novo no Amor? (Hugo Martins, Hugo Alves, Mónica Santana Baptista, Patrícia Raposo, Rui Santos e Tiago Nunes) e Éden (Daniel Blaufuks) como vencedores dos prémios TAP para melhor longa metragem portuguesa de ficção e para melhor documentário de longa metragem português, respectivamente.

O prémio AIP de melhor imagem para longa metragem portuguesa com o apoio da Kodak/Light Film/Planar foi atribuído a Carlos Lopes, pelo filme América (João Nuno Pinto). Nesta categoria houve também lugar para uma menção honrosa para Luís Branquinho, pelo seu trabalho em O Barão (Edgar Pêra). O mesmo prémio mas de melhor imagem para curta metragem foi para Takashi Sugimoto, por Wakasa (José Manuel Fernandes).

O Júri SIGNIS entregou o prémio SIGNIS Árvore da Vida à curta de Márcio Laranjeira e Francisco Lezama, Lá Ilusión Te Queda. Este júri distinguiu ainda com menções honrosas a longa metragem Swans, de Hugo Vieira da Silva, e a curta Os Milionários, de Mário Gajo de Carvalho.

Dentro da competição Pulsar do Mundo, o prémio RTP Pulsar do Mundo foi para I will Forget This Day, de Alina Rudnitskaya, e Palazzo Dele Aquile, de Stefano Savona, Alessia Porto e Ester Sparatore, recebeu uma menção honrosa.

O prémio RTP2 Onda Curta coube a Diane Wellington, de Arnaud des Pallières, How to Pick Berries, de Elina Talvensaari, I Don’t Blame the Beautiful Game, de Christopher Arcella e Nuit Blanche, de Samuel Tilman. Por sua vez, o júri Amnistia Internacional premiou Cleveland Contre Wall Street, de Jean-Stéphane Bron, atribuindo ainda uma mensão honrosa a I will Forget This Day, de Alina Rudnitskaya.

Na competição IndieJúnior, o júri escolheu My Good Enemy, de Oliver Ussing, como vencedor e distinguiu ainda Les Mains en l’air, de Romain Goupil, e Cul de Bouteille, de Jean-Claude Rozec, com menções honrosas. Nesta categoria, o público deu a vitória a Things You’d Better Not Mix Up, de Joost Lieuwma.

Ainda no que toca às escolhas do público, o prémio Pepsi para melhor longa metragem foi para Cleveland Contre Wall Street, de Jean Stéphane Bron. Paris Shanghai, de Thomas Cailley, foi considerada a melhor curta metragem.

 Inês Moreira Santos