The Ballad of Genesis and Lady Jaye 1

IndieLisboa 2011: Vencedores

A oitava edição do IndieLisboa terminou este Domingo, dia 15. No dia anterior, a Culturgest acolheu a cerimónia de encerramento deste festival de cinema independente, onde se ficaram a conhecer os vencedores deste ano.

Na competição internacional, o vencedor da noite, com o Grande Prémio de Longa Metragem “Cidade de Lisboa”, foi The Ballad Of Genesis and Lady Jaye, de Marie Losier. Nesta categoria também foi distinguido, com uma menção honrosa, o filme de Jean-Charles Hue, La BM Du Seigneur.

Nas curtas metragens, o grande prémio da categoria coube a The Story Of Elfranko Wessels, de Erik Moskowitz e Amanda Trager, havendo ainda direito a três menções honrosas para Diane Wellington, de Arnaud des Pallières, La Forêt, de Lionel Rupp, e The Painting Sellers, de Juho Kuosma. O prémio de distribuição foi para Morgen, de Marian Crisan.

No que toca à competição nacional, o prémio Caixa Geral de Depósitos para melhor longa metragem portuguesa foi entregue a Linha Vermelha, de José Filipe Costa. Já o Pixel Bunker para melhor curta portuguesa foi para Alvorada Vermelha, de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata. Em Ex Aequo, Garbriel Abrantes, com Liberdade, e Marco Martins e Filipa César, com Insert, ganharam o prémio Restart para melhor realizador português de curta metragem.

Patrick Mendes, com o filme Homenagem a Quem Não Tem Onde Cair Morto, foi premiado com o Novo Talento Fnac. Já o júri TAP, escolheu O Que Há de Novo no Amor? (Hugo Martins, Hugo Alves, Mónica Santana Baptista, Patrícia Raposo, Rui Santos e Tiago Nunes) e Éden (Daniel Blaufuks) como vencedores dos prémios TAP para melhor longa metragem portuguesa de ficção e para melhor documentário de longa metragem português, respectivamente.

O prémio AIP de melhor imagem para longa metragem portuguesa com o apoio da Kodak/Light Film/Planar foi atribuído a Carlos Lopes, pelo filme América (João Nuno Pinto). Nesta categoria houve também lugar para uma menção honrosa para Luís Branquinho, pelo seu trabalho em O Barão (Edgar Pêra). O mesmo prémio mas de melhor imagem para curta metragem foi para Takashi Sugimoto, por Wakasa (José Manuel Fernandes).

O Júri SIGNIS entregou o prémio SIGNIS Árvore da Vida à curta de Márcio Laranjeira e Francisco Lezama, Lá Ilusión Te Queda. Este júri distinguiu ainda com menções honrosas a longa metragem Swans, de Hugo Vieira da Silva, e a curta Os Milionários, de Mário Gajo de Carvalho.

Dentro da competição Pulsar do Mundo, o prémio RTP Pulsar do Mundo foi para I will Forget This Day, de Alina Rudnitskaya, e Palazzo Dele Aquile, de Stefano Savona, Alessia Porto e Ester Sparatore, recebeu uma menção honrosa.

O prémio RTP2 Onda Curta coube a Diane Wellington, de Arnaud des Pallières, How to Pick Berries, de Elina Talvensaari, I Don’t Blame the Beautiful Game, de Christopher Arcella e Nuit Blanche, de Samuel Tilman. Por sua vez, o júri Amnistia Internacional premiou Cleveland Contre Wall Street, de Jean-Stéphane Bron, atribuindo ainda uma mensão honrosa a I will Forget This Day, de Alina Rudnitskaya.

Na competição IndieJúnior, o júri escolheu My Good Enemy, de Oliver Ussing, como vencedor e distinguiu ainda Les Mains en l’air, de Romain Goupil, e Cul de Bouteille, de Jean-Claude Rozec, com menções honrosas. Nesta categoria, o público deu a vitória a Things You’d Better Not Mix Up, de Joost Lieuwma.

Ainda no que toca às escolhas do público, o prémio Pepsi para melhor longa metragem foi para Cleveland Contre Wall Street, de Jean Stéphane Bron. Paris Shanghai, de Thomas Cailley, foi considerada a melhor curta metragem.

 Inês Moreira Santos

Zeen is a next generation WordPress theme. It’s powerful, beautifully designed and comes with everything you need to engage your visitors and increase conversions.

Mais Artigos
The End of Love
‘The End of Love’. Quando o amor fica sem rede