Estreia no Domingo, dia 1 de Maio, a nova minissérie da TVI.O protagonista da história é Eduardo (Pedro Lima) um psicólogo que se faz passar por vidente e que irá ser desmascarado pela ex-mulher, Rita (Cláudia Oliveira), com quem tentava uma reaproximação. Humilhado e deprimido, Eduardo muda-se para Sesimbra, onde irá habitar um apartamento num prédio isolado sobre o mar que, fora de época, está praticamente vazio.

Ao contrário do que se esperava, O Dom não irá ser exibida no serão de Domingo. Nesse dia, o horário nobre da estação será ocupado com Espírito Indomável e Perdidos na Tribo, a partir de dia 8. A nova aposta da TVI, composta por 4 episódios, irá para o ar, assim, aos Sábado e conta com Paula Lobo Antunes, Cláudia Oliveira, Núria Madruga , Diana Costa e Silva, Simão Santos , Nuno Janeiro, Carlos Santos e Guilherme Filipe no elenco.

No primeiro episódio de O Dom, Eduardo deita cartas de Tarot na forma de cruz celta para uma cliente. O ambiente é soturno, pontuado com elementos esotéricos. Catarina, de forma a ajudar Rita, leva-a até a Eduardo. Rita quer saber se deve ou não voltar para o ex-marido. Eduardo, ao ver Rita, chega a sua cadeira um pouco mais para trás, e tenta falar com uma voz alterada. Rita olha intensamente para Eduardo enquanto este tenta esconder o rosto. Rita reconhece o ex-marido e puxa-lhe a barba e diz à amiga que já tem a resposta para o que queria saber e que é ele o seu ex-marido.

Algumas semanas depois, Eduardo está a mudar-se para um prédio em Sesimbra. A sala tem pouca mobília e está cheia de caixas das mudanças no chão. Eduardo pousa a caixa que trazia consigo, dirige-se à kitchenette de onde retira um copo que enche de água e toma um anti-depressivo. Eduardo está deitado a meio de um sonho agitado e acorda de repente, a transpirar. Levanta-se e serve-se de um whisky, que acompanha com um ansiolítico.

Eduardo repara que junto à porta de vidro que dá para a varanda está uma pequena poça de água. Olha para o exterior mas não está a chover. A luz da sala apaga-se subitamente. Às apalpadelas, Eduardo avança até ao interruptor
e volta a acendê-lo. Testa o interruptor duas vezes, a luz apaga e acende normalmente, deixando-o intrigrado.

No dia seguinte, Rita vai ao consultório de Eduardo e este surpreende-se ao vê-la. Rita diz-lhe que quando soube que este estava de novo a dar consultas, sentiu o dever de avisá-lo que se souber de mais alguma prática menos ortodoxa da parte dele, ela fará queixa à Ordem dos Psicólogos. Eduardo confessa a Catarina que viu um fantasma e la diz-lhe que sempre soube que Eduardo tinha poderes.

No outro dia, Eduardo vai a casa de seu pai, Luís, e pergunta-lhe se já houve alguém na família que tivesse tido alucinações, visões ou outros fenómenos paranormais. Luís olha-o sério e diz que a mãe nunca contou a ninguém, mas tinha visões. Nessa noite, Eduardo tem mais um sonho agitado e acorda perturbado.  Mais uma vez, a luz da sala
apaga-se. Quando a luz se acende, Eduardo assusta-se ao ver a silhueta pequena de uma criança no exterior da sua varanda. Eduardo aproxima-se mas a luz da sala volta a apagar-se. Dirige-se para o interruptor, acende a luz exterior da varanda e, no entanto, a varanda está vazia, sem ninguém, restando apenas uma poça de água.